quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Raça X Nacionalidade (88)

Dois casos graves de racismo tiveram repercussão durante essa semana. O primeiro deles aconteceu em Minas Gerais, município Muriaé: uma jovem, negra, postou uma foto com seu namorado, branco. A quantidade de comentários preconceituosos e discriminatórios foi assustadora. Um deles perguntava ao jovem: "Onde comprou essa escrava?".

A polícia mineira afirma estar investigando o caso.

26 curtidas para a postagem que a chama de escrava...
Outra situação ocorreu na última quinta-feira: na partida Santos X Grêmio, ocorrido em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, diversos torcedores gremistas ofenderam Aranha, negro, goleiro do Santos. Segundo depoimento do goleiro - e, como mostra esse video, já durante o jogo ele fez reclamação com o árbitro -, muitos e constantes foram os gritos.

Uma das torcedoras que o ofendeu foi identificada:


29 comentários:

  1. PARTE 1
    Esses exemplos de racismos são muito feios – mas os argentinos conseguem fazer pior. Sou brasileiro e nunca tive sentimentos negativos para com os argentinos. Até começar a copa de 2014. Daí, a máscara deles caiu, pois são realmente inacreditavelmente racistas.
    Mesmo irritado, esperei a copa acabar para, de cabeça fria, analisar melhor a questão do comportamento dos argentinos no Brasil. E não manifestei minha opinião em lugar nenhum. Agora, não posso mais me calar.
    Claro que no Brasil existe racismo, mas ele não é tão escancaradamente EXALTADO como é na Argentina. Aqui, quem faz uma palhaçada como essa se ferra – coisa que não vi acontecer com nenhum argentino que ficou fazendo “macaquices” durante a copa.
    https://www.youtube.com/watch?v=CL2UDR-ClOg
    Quero deixar claro que NÃO assisto à rede Globo nem ao Galvão Bueno há muitos anos, por isso não posso ser influenciado por eles.
    E o mais engraçado é que os argentinos reclamam da Globo (que eu detesto), mas a tv argentina é super respeitosa com os brasileiros, não é¿
    Como esse pessoal do CQC Argentina incitando torcedores a depredar patrimônio histórico brasileiro com brincadeiras de péssimo gosto – num claro exemplo de desrespeito com o povo brasileiro, e correndo o risco de provocar acidentes de trânsito. E isso pegou tão mal aqui no Brasil que a matriz do CQC mandou os bobocas do CQC daqui repetirem essa idiotice para não ficar tão mal na fita.
    https://www.youtube.com/watch?v=sw_QQ1_cIT0
    https://www.youtube.com/watch?v=TtcORZYGm44
    E não vou nem falar no Marcelo Tinelli...
    Cuidei de fazer uma longa pesquisa na internet (visitando sites brasileiros e argentinos) antes de formar bem a minha opinião. E o resultado foi estarrecedor.
    Em muitos sites nacionais vi brasileiros se desculpando pelas confusões (provocadas pelos argentinos e sua música ridícula, provocativa e ofensiva contra o país anfitrião) e dizendo que nós deveríamos torcer pela Argentina. Entretanto, não consegui encontrar NENHUM site argentino fazendo a “mea culpa” e admitindo que os argentinos aprontaram pra valer em terras brasileiras – e que fizeram de tudo para desmerecer o anfitrião em sua própria casa enquanto O MUNDO TODO ASSISTIA.
    Os argentinos AMARAM o sete a um da Alemanha (muito merecido pela fraca seleção brasileira) e não nos deram um segundo de descanso, ofendendo-nos das piores formas possíveis – dizendo que iriam nos vingar apenas quando viram que a torcida brasileira “só de raiva” passou a afirmar que torceria pelos Alemães (eu torci e não me arrependo).

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    1. Parte 2
      O que mais me choca é a total falta de autocrítica dos argentinos. Aprontam, provocam e ofendem – e ainda querem bancar as vítimas no final. Discriminam todos os outros países latino-americanos e depois fazem uso do termo La Grande Pátria para exigir que os outros façam tudo o que servir ao interesse exclusivo da Argentina.
      E foi realmente revelador constatar tantos argentinos que vivem no Brasil, e que dizem “amar” o país, criando perfis fakes no youtube para detonar o Brasil e o povo brasileiro – para falar muito mal e difamar o país onde ganham seu sustento.
      E não existe essa história de La Grande Pátria: o Brasil pertence aos brasileiros e a ninguém mais. Vocês argentinos tem que se dar conta de que são ESTRANGEIROS, e CONVIDADOS – e que, por isso, devem saber se comportar como tal.
      Admiro e respeito todos os povos da América Latina - venezuelanos, chilenos, uruguaios, colombianos, cubanos... e que por sinal também torceram contra a Argentina. Por que será¿¿¿¿
      Talvez pela megalomania dos argentinos, que não só chamam a nós brasileiros de macaquitos, como chama os outros latino-americanos de “negros de mierda” (a garota gremista está sendo punida, e os argentinos¿).
      Eu ia colocar um link aqui de um texto do lancenet.com sobre por que os brasileiros deveriam torcer para a Alemanha, mas o link sumiu da internet – foram mais mil postagens de argentinos falando coisas tão horrendas e absurdas sobre o Brasil que a página acabou retirada do ar para não piorar uma situação que já está péssima.
      Seria fácil passar semanas debatendo o deplorável comportamento dos argentinos no Brasil, mas tenho coisas mais importantes para fazer. Afinal, se nós sofremos de Síndrome de Estocolmo vocês sofrem da Síndrome do Pombo Enxadrista, que bagunça todas as peças, faz caca no tabuleiro e ainda sai de peito estufado cantando vitória.
      Para finalizar vou postar uma música feita pelos argentinos para “celebrar” El Mundial de Latinoamérica. Pena eles não terem tido a decência, a delicadeza e a irmandade de incluir um artista brasileiro e sequer incluir uma frase em português (nos consideram como latino-americanos apenas geográfica e numericamente por motivos de interesse econômico – e nunca linguisticamente nem culturalmente).
      https://www.youtube.com/watch?v=psMDpznRbqI
      Linda música, né¿ Musiquinha criada por argentinos – assim como o “Diceme que se siente” – para excluir os brasileiros em sua própria casa, em sua própria festa (que pagaram com muito sangue e suor); enquanto vocês faziam pouco de nós: um monte de argentino gritando, quebrando tudo, brigando com TODO MUNDO, cantando músicas ofensivas (brasileñas son todas putas), incitando os outros estrangeiros a ficarem contra o país anfitrião - e ainda querem ter moral para sair falando mal de nós¿ Que cara de pau!!!!
      Para mim está mais do que claro que os argentinos só querem a destruição do Brasil seja por inveja, despeito ou necessidade de autoafirmação.
      Não me interessa. Não quero qualquer contato ou aproximação – cada um que fique na sua... o que vai ser difícil por que vocês não têm simancol e muitos teimam em não partir do Brasil, espalhando-se por todo o território. Aqui pela minha região mesmo já começaram a chegar e, infelizmente, não vai demorar muito para dizerem que chegaram para ficar. Então, será renovado o eterno ciclo de argentinos que vivem no Brasil, dizem amar este país, mas que pelas costas nos detonam e tramam contra nós.
      Meus “hermanos” é que não são.
      Obs: não fiquem vocês dizendo que “amam” as mulheres brasileiras, isso dá a entender que elas são objetos. Na verdade, as argentinas namoram muito mais com os brasileiros do que os argentinos com as brasileiras – a diferença é que as argentinas fazem tudo na surdina.
      Obs2: duvido que você poste o meu comentário.

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    2. Salve, figuraça! (como "anônimo" não é nome nem apelido, não sabia como te chamar, mas fica claro que és uma figura ímpar).

      Obrigado por comentar, em todo caso. Como podes ver, seu comentário foi "Postado", e não porque você duvidasse: simplesmente não temos qualquer coisa a ver com censura e afins.

      Salve, figuraça! (não sei como te chamar, afinal, anônimo não é nome)

      Sobre a copa do mundo, recomendo essa leitura: http://hermanosebrazucas.blogspot.com.br/2014/07/off-topic-13_65.html

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    3. sobre o "a torcida brasileira “só de raiva” passou a afirmar que torceria pelos Alemães", este: http://hermanosebrazucas.blogspot.com.br/2014/08/off-topic-16.html

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    4. Cara, eu postei como anônino, mas “Hermanos e brazucas” também não é nome de gente...
      Li os textos e vou responder de forma resumida.
      Em nenhum momento falei que argentino deve apanhar, ser caçado ou ser xingado no Brasil. O meu questionamento foi mais para:“que tipo de pessoa é convidado para uma bela festa na casa de um vizinho, dá com o pé na porta e entra cantando músicas ofensivas ao anfitrião instigando os outros convidados a fazer o mesmo?”
      Isso não se faz!!!!
      Como também já disse, respeito todos os países componentes da AL, e acredito que as minhas observações em vez de serem rechaçadas poderiam ser aceitas como um convite à reflexão. Veja bem, eu tive o cuidado de buscar em sites argentinos o que eles falavam da gente antes de tomar minhas conclusões. E como eu já disse antes o resultado me estarreceu muito mais do que eu esperava – até então, nunca tive nada contra eles.
      Observei que num dos textos vc usa 11 parágrafos para atacar os argentinos e, depois, quase 40 para atacar os brasileiros, fazendo os argentinos de vítimas (novamente). Esse tipo de desproporção é que acaba fazendo a gente ficar desconfiado do conteúdo.
      E sobre o texto em que vcs falam sobre a torcida da Alemanha, achei meio inócuo. Aliás, se vcs acham que nós brasileiros sofremos de síndrome de Estocolmo, nós achamos que os argentinos sofrem de síndrome de pombo enxadrista. E não venham reclamar, pq quem começou com essa história de síndrome foram os argentinos.
      Concluindo, não digo que argentinos devem ser “caçados” no Brasil, apenas reafirmo que se eles querem ter uma relação de irmandade conosco vão ter que saber respeitar nossa casa – e que pra reverter o quadro atual de animosidade mútua não bastará apenas “esperar o tempo passar” – os argentinos, aqui dentro, terão que ter uma nova postura, o que eu acho pouco provável porque eles nunca dão o braço a torcer.
      Também minhas suspeitas de que vcs não são brasileiros ficaram maiores.
      Enfim, se as pessoas preferem tapar o sol com a peneira, que seja. Não pretendo repelir argentinos, apenas não os quero gritando músicas ofensivas ao meu país (e outros comportamentos inadequados) enquanto quebram tudo.
      Felicidades :)

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    5. Querido "figuraça":

      1 - "'Hermanos e brazucas' também não é nome de gente", mas no rodapé da página tem nossas assinaturas e, na descrição da página, o e-mail é disponibilizado. O senhor se mantém no anonimato, só dando a "dica" de que tem histórico luso-galego. Cheguei a pensar que você fosse um lendário leitor do nosso blog, que atende pela alcunha de Ricardo Aguirre Pelegrini, odeia argentinos e mora em Buenos Aires, critica o racismo dos argentinos e vive a ofender o "movimento negro" brasileiro e chama de "indios" e "monos" os argentinos.

      2 - seu cálculo está muito estranho: como você conseguiu contar "40 parágrafos" e ainda mais "para atacar os brasileiros"? revisa o cálculo, por favor! e curioso você ainda falar em "desproporção" sendo que foi justamente esse o termo que usamos. dê uma lida de novo, e procure ver o propósito do texto, e note que não houve "disfarce" muito menos vitimismo. em tempo, você é a PRIMEIRA pessoa (seria a segunda, caso o grande ricardo aguirre pelegrini houvesse comentado) que tratou o texto dessa forma: nós enviamos a postagem a muitas pessoas (brasileiras) e todas, inclusive as que reclamaram e apontaram os dedos -- descritas na matéria --, fizeram comentários do tipo: "verdade, não tinha pensado desse modo" ou "é foda... o ser humano é uma merda" e "gente boa e gente ruim há em todos os lugares".

      3 - "tive o cuidado de buscar em sites argentinos o que eles falavam da gente antes de tomar minhas conclusões.". Ah, é? portanto, pedimos: nos passe as fontes, nos demonstre o que te levou a tais conclusões. Fazemos QUESTÃO de ler.

      4 - você usa exemplos do CQC em sua postagem e também do tinelli... cara, esse é o maior exemplo de que ou você realmente nunca viu o cqc "daqui" antes da copa 2014 (partindo do comentário "mandaram os daqui fazerem igual pra não repetir a fita")... busque no blog, topo da página, à esquerda, por CQC e veja o que os daqui fazem desde 2008... no dia em que o cqc argentino, ou qualquer outro programa, COMEMORAR UMA BOMBA SENDO LANÇADA NO BRASIL, te juro que excluímos o blog, e ainda deixamos um recado estilo Fernando Henrique Cardoso: "Esqueça do que eu falei". E o Tinelli? Que tal o Tiago leifert -- já que você se antecipou com o galvão.

      5 - Hitler também tinha um trilhão de justificativas, e usava argumentos justamente sobre o "comportamento dele" na "casa dele".

      Abraço!

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    6. Uma coisa que eu esqueci: sua "tristeza" com a música argentina falando da Copa, essa da "copa latinoamericana", e do fato de "eles" não se sentirem latinos e não "incluirem os brasileiros".

      QUANDO que os brasileiros se sentiram latinos, ou se afirmaram assim, ou ao menos SE INTERESSARAM pelas culturas vizinhas?

      já fizemos diversas postagens no blog falando dessa situação...

      alguns:
      http://hermanosebrazucas.blogspot.com.br/2014/02/isso-e-jornalismo-55.html
      http://hermanosebrazucas.blogspot.com.br/2011/07/isso-e-jornalismo-36.html

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    7. Ih, cara vai apelar me chamando de nazista? Nada a ver, até porque estou defendendo os afrodescendentes do meu país do racismo dos argentinos.
      Quanto às outras questões
      1 - Sou latino (de sangue, língua e geografia), mas amo falar português - e se algum irmão latinamericano tenta empurrar uma música num evento mundial (que visa entre outras coisas divulgar a cultura do meu país), que pelo menos acrescente algumas frases em português;
      2 - Eu não sou esse tal Ricardo (ele parece um imbecil, enquanto que eu sou apenas um figuraça);
      3 - Com relação ao texto, eu comentei a minha impressão - e que talvez também seja a de outros brasileiros que visitem este blog;
      4 - e sim, busquei em sites argentinos - Nem precisa fazer muito esforço: vá no basicão mesmo, Olé, Taringa, e qualquer outro da argentina para ver como eles nos amam de coração! Depois, coloque "argentinos racistas" no google - o resultado é surpreendente;
      5 - O CQC é um lixo!!!!!! Tanto o daqui quanto o de lá (coisa de argentino, né);
      6 - Me recuso a assistir qualquer coisa da Globo, isso inclui Galvão Bueno e esse chatinho do Tiago Leifert;
      7 - Marcelo Tinelli continua sendo um imbecil.
      8 - Não vou responder mais, senão nunca vai ter fim.
      Abrç

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    8. Não o chamei de nazista. Na verdade, parafraseei o lendário piloto Jackie Stewart, após entrevistar Ayrton Senna na decisão do Mundial de 1990: "Senna acredita no que diz, mas Hitler também era assim". Ou seja: tome cuidado porque justificativa tem milhares.

      E pesquise sobre qual foi a nacionalidade (estrangeira, pra nçao dizer que eu estou "atacando" os brasileiros) com mais ocorrências policiais, de crimes de roubo, falsificação e agressões -- não foram argentinos.

      Cadê você e a mídia para os picharem? E lembre-se das proporções: 167 mil argentinos... óbvio que vai ter MUITO filho da puta no meio. mas achar que sejam todos (ou quantos?) depende justo do que falei na frase de Jackie Stewart.

      Que bom que você quer parar, fiquei sem jeito de ser eu, hahaha

      abraço!

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    9. Eu tinha esquecido de comentar uma coisa sobre essa questão do idioma: castelhano versus português.
      Eu não sei se vc sabe, mas essa é uma "guerra" bem antiga, que ainda ocorre lá na península ibérica e, acredito, tb ocorre aqui. Todo mundo sabe que a Espanha há séculos tenta a hegemonia na península e que passou muito tempo canibalizando os dialetos dos reinos ao redor. Inclusive os galegos lutam hoje para recuperar o idioma original deles, que é mais próximo do português, mas que já está bastante afetado pelo castelhano. Atualmente, os galegos batalham por mais autonomia local e para entrar na comunidade internacional de países lusófonos. A Espanha não quer - sabota direto, sendo que muitas vezes diz que o português deriva do espanhol e que por isso o mundo luso é filho deles (esse foi um dos motivos que levou muitos brasileiros a odiarem a música Brasil, decime que se siente, além de achar a música do De Zurda uma afronta - mesmo que não tenha sido essa a intenção). Portugal foi o único reino da península que conseguiu resistir ao assédio espanhol - e graças a isso o Brasil possui esse tamanho todo, por que a coroa portuguesa transformou o Brasil em império determinando a unidade linguística (e isso garantiu a unidade geográfica até hoje). Não é culpa de vcs da Hispano-américa, mas infelizmente, nós lusófonos temos certa desconfiança e, de certa forma, nos sentimos ameaçados com abordagens como essa do De Zurda - temos medo de perder nossa identidade e unidade por causa de uma possível hispanização (e acabar como os galegos). Pois é exatamente a unidade linguística que nos torna fortes como nação. Então, quando tentam colocar uma música em espanhol como "nosso tema oficial", dizendo que se não aceitarmos é porque somos arrogantes e não queremos ser latinoamericanos, cria-se um clima tenso. E eu fiquei sim irritado, exatamente por tudo o que eu expliquei acima e continuo achando que o resto da américa latina deveria ter mais cuidado e não descartar tão rapidamente o português brasileiro.
      Senão vai continuar dando briga (foi meu último post, MESMO)
      Meu nome é Alexandre
      abraço

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  2. Olha "anônimo" eu não tem procuração nenhuma para defender os argentinos e o único fato que me une àquele país foi uma convivência estreita e admiração profunda por alguns aspectos "deles".
    Uma coisa vou até concordar com vc, eles também ficam de muito "mimimi" e ficariam uma fera se vc cantasse próximo ao Obelisco "Dime argentino como se siente, ver em casa a tu papá..." mas parece que insistimos em não entender que alguns povos funcionam na base da "bravuconada" (provocação em uma tradução livre). Os argentinos são um desses povos , aliás, um deles.
    No entanto, nós, brasileiros , e seu comentário bem demonstra, não somos menores no "mimimi" e em algo que eu acho infinitamente mais grave que somos, no que não interessa "brasileiro centrados" e olhamos imensamente para nosso umbigo sem o menor interesse em conhecer os outros países sul americanos, conhecer sua história, os "pontos de contato" com culturas que apesar de matrizes culturais um tanto distintas, compartilham coisas em comum e uma improvável admiração por nossa cultura e história, inclusive nos tomando por exemplo em discussões como o federalismo, algo que eles nos vêem como exemplo quando não deveriam.
    Não, eles não querem nos destruir, na verdade, o que obscurece muito de nós é a eterna briga por hegemonia regional o que é tão comum em todos os lugares do mundo e que, felizmente, aqui se resume à futebol e outras questões menores.
    Há coisas que a boçalidade, como a sua impede de ver e vai dar ibope para os tais galvões buenos da vida. É uma pena.

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  3. Ué, não xinguei ninguém e vc vem me chamar de boçal?
    Parece que vc não leu o que eu escrevi, não assisto Globo nem Galvão Bueno; e admiro os outros povos da américa latina.
    Agora, aguentar calado o que os argentinos fizeram aqui e achar bonito - principalmente sabendo que a presidente deles nos culpa por todas as mazelas econômicas da Argentina e que o Mercosul tá na corda bamba por que eles são os primeiros a criar milhões de emepecilhos - é coisa pra alguém que não pode ter o menor respeito por si mesmo, por seus compatriotas, e sua própria nação - se é que vc é brasileiro.
    Respeito pelos vizinhos é bom, mas tem que haver a contrapartida.
    Como disse no começo, não xinguei ninguém.
    Mas se a sua forma de defender o respeito é chamar os outros de "boçal" que se há de fazer...
    Passar bem!

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    1. Olha, Anônimo, de uma coisa vc tem razão, não deveria ter te chamado de boçal, foi uma coisa terrível mesmo. Vou procurar outro qualificativo ou então não achar nenhum mesmo.
      Veja, Anônimo, a questão da integração brasileira com a Argentina é um grande jogo de gangorra que tem estado muito mais para baixo do que para cima e , de fato, a Argentina tem nos dado mais dor de cabeça, principalmente com os governos "supostamente" peronistas (mais chavistas) como da Presidenta de Kirchner (de Kirchner e não Kirchner (kirtchei)).
      No entanto, o centro da questão não é esse: seus comentários destilam preconceitos até porque duvido que você tenha se dado a oportunidade de dar um pulo em Buenos Aires ou, caso não queira, um pulo em Córdoba, Rosário , Mendoza e outras cidades argentinas e também acho que se vc não estiver à fim de mudar a opinião, nem deve ir.
      Buenos Aires tem um problema que mesmo lá na Argentina é complicado, pq eles são unitários (e não federalistas)e o dinheiro está lá e não nos outros lugares da Argentina, algo que SP é para o Brasil (pronto, arrumei uns inimigos cariocas, curitibanos, brasilienses...) e temos uma questão de hegemonia regional que ferra com tudo.
      Quanto aos empregos que não são gerados (aliás, sou brasileiro do interior de São Paulo) não podemos jogar na conta da Argentina todos os nossos males e incompetências (ou incapacidades) de abrir novas fronteiras comerciais fora do nosso continente e dependeremos de voluntarismos e improvisações.
      O Brasil orgulhosamente voltou as costas para a América do Sul , veja o que o FHC fez e o Aecinho quer fazer à respeito disso e agora não adianta ficar chorando , especialmente em um momento extremamente complexo como o que passa a Argentina com esse "default" e falta de reservas para solver os compromissos mais básicos de um país.
      Os meus compatriotas, Anônimo, tem de deixar de serem (eu me esforço por não ser) eurocentrados e pagar o maior pau para americano.
      A nossa condição de latino-americanos deveriam nos fazer, no mínimo, ter um esforço para compreender e respeitar quem está ao nosso lado.
      No entanto isso já é pedir demais.. Veja seu caso.
      Abraço!

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    2. E quem disse que eu sou eurocentrista?
      E quem disse que eu quero que acabe o mercosul?
      Não sou paga pau de americano, nem de europeu... e muito menos de argentinos.
      O meu questionamento foi com relação ao fato dos argentinos não saberem se portar no Brasil - e serem sim, arrogantes e racistas, isso não há como negar (sobretudo com os outros países da AL).
      E para quem fala de respeito vc tb parece se sentir muito bem arrotando importância por ser de SP - e agora vejo bem o porquê se afina tanto com argentinos (se é que vc é mesmo brasileiro, ou se tb não é filhos de argentinos, sei lá, não importa). Posso não ser de SP mas minha família - de origem galega e portuguesa - batalha pelo Brasil há mais de 10 gerações, e tenho muito orgulho de ser brasileiro antes de ficar arrotando regionalismos em defesa de estrangeiros que não respeitam nosso país.
      E não, o Brasil não voltou as costas orgulhosamente para a AL - a diferença é mais histórica, nós tivemos um imperador que declarou nossa independência enquanto que a independência deles traçou outros caminhos, caminhos esses que cobiçam muito a hispanização do Brasil.
      Também não tenho a menor vontade de conhecer a Argentina - prefiro o Uruguai, Peru, Chile, Guatemala e México - os países mais bonitos da América Latina. E não somos nós que estamos demonstrando incompetência nas relações exteriores, se é que vc me entende...
      Ademais, respeito é via de mão dupla - e não fui eu que dei com o pé da porta do país alheio cantando músicas ofensivas e desejando a humilhação publica do anfitrião a nível mundial.
      Mas talvez isso seja muito complicado para você que só olha para quem está do seu lado em termos - pq como vc bem falou, é de São Paulo, e prefere argentinos a outros brasileiros.
      Passar bem!

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    3. Para encerrar...

      Olha, não sei o que vc que não tem vontade de conhecer a Argentina está fazendo em um blog desses senão espalhar o que a gente sempre soube acerca de opiniões e preconceitos enquanto aos países da AL.
      O fato de vc identificar SP com a Argentina não está equivocado: temos um grande contingente de italianos e espanhóis que a mistura básica dos hermanos , especialmente de Buenos Aires.
      Se vc acha que a nossa cultura (E NÃO VC) não é eurocentrica, por favor, busque mais bibliografia e estude processos do meio do século XIX até , principalmente, a primeira década de 30 e o porquê de movimentos culturais importantes, infelizmente que aconteceram em SP, contestavam exatamente esse modelo eurocêntrio.
      Enfim, não vou gastar mais "saliva" e argumentos com quem não quer usar de racionalidade e mais, baseia-se em muitos argentinos de "barra brava" que vieram para cá na copa.
      Se vc acha que eles são representativos do argentino, sinceramente, eu lamento muito. São pessoas que sempre demonstraram a mim, tanto pessoalmente como em debates na disciplina que escolhi estudar, contundentes mas respeitosos.
      Aquela abraço, cara!

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    4. Eu não postei neste site porque estavam falando da argentina, mas sim porque estavam falando do Brasil.
      Abrç

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    5. Aliás, vc fala de eurocentrismo mas já levantou a bandeira - nós de sp somos descendentes de italianos...
      Conheço muitos paulistas descendentes de italianos que são pessoas maravilhosas e acham deplorável usar essa característica para se destacar ou se considerar melhor que os outros brasileiros.
      Abrç

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  4. Me assusta, passados os episódios, ver a quantia de gente minimizando as situações, procurando justificar - inclusive no meu ambiente estudantil e de trabalho

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    1. Não entendi, minimizar qual situação?

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  5. No sentido de "no calor do jogo, pode" ou "onde já se viu? Uma pessoa ser processada 'só' porque chamou outra de 'macaco'".

    "Lá fazem igual".

    Nada justifica, nem aqui, nem lá, nem em qualquer lugar.

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  6. Cara, continuo a não entender, vc tá falando da questão do racismo ou por eu ter criticado a postura dos argentinos durante a copa?
    Deixa eu explicar - com relação aos casos de racismo mostrados nesse tópico, os responsáveis já estão sendo punidos (aliás, massacrados publicamente). Isso por que aqui no Brasil existem leis para punir racistas nojentos - chamar um ser humano de macaco, de negro de mierda, de negrito, de mono, É INACEITÁVEL em qualquer circunstância. E esse é um dos motivos que me deixaram mais fulo com os argentinos, pq eles não foram punidos por fazerem isso aqui e nem serão lá na Argentina - pq lá eles mesmo não demonstram o menor interesse em criminalizar o racismo afirmando que esses termos não são ofensivos e fazem parte do jeito de ser "irreverente" do povo argentino.
    Aliás dá uma olhada num post desse site aqui em que o Juan conta que o Higuaín o chamou de macaco - tem é uma tirinha ironizando o Juan e nenhuma linha condenando o Higuaín (fato tb que não gerou nenhuma repercussão na Argentina).
    Como eu já disse, respeito e via de mão dupla.

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    1. Figuraça,

      Se você tiver um pouco de coerência, irá a esse post do Juan novamente, e lerá duas coisas:

      1- ninguém, em mundo nenhum, diante de tão grave fato, ficaria calado, ainda mais por tanto tempo. importante que, na mesma postagem, citamos a situação que aconteceu com o Baiano. Tantos casos de atletas negros brasileiros sendo ofendidos (no Brasil, na Argentina, na Europa ou em outros países da AL) já foram expostos e comprovados, na hora do jogo ou logo em seguida, por que diabos o Juan "denunciou" quase 2 anos depois?

      2 - é dele que Trajano fala no video postado aqui: http://hermanosebrazucas.blogspot.com.br/2014/08/isso-e-jornalismo-65.html

      PS: você votou na enquete do blog (à direita, abaixo da foto dos dois jovens com as bandeiras)?

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  7. Estava falando da questão do racismo, apenas.

    Agora, a respeito desse último comentário seu, específico:

    1) Se não foram punidos, foi uma falha de procedimento, considerando que o artigo 5º do Código Penal determina o seguinte (conforme princípio da territorialidade):

    Art. 5º - “aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras
    de direito internacional, ao crime cometido no território nacional”.

    Ou seja, podem não ter sido devidamente registradas as ocorrências, onde não foi manifestada a vontade das vítimas de representar contra os agressores, para posteriormente processá-los;

    Vale ressaltar: os crimes cometidos dentro do espaço onde a República Federativa do Brasil exerce sua soberania devem ser julgados pelo Poder Judiciário do País, não importando a nacionalidade do autor ou da vítima do crime.

    Sem representação não há processo. Sem processo, não há julgamento, muito menos punição.

    2) eu não conheço a lei penal argentina. Em quais casos concretos o poder judiciário deles se omitiu?

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  8. Os argentinos não foram punidos durante a copa - e nem serão - por uma questão de diplomacia. O atual governo brasileiro é de esquerda (eu não sou esquerda nem direita) e alimenta a ideologia da Grande Patria Latinoamericana (que apenas inclui o Brasil geograficamente, ignorando nosso idioma e cultura - para eles entra tudo junto no bolo hispanoamericano - ah, e antes que me massacrem, isso não é uma reclamação, é apenas uma constatação). E justamente por essas questões de idealismo é que os argentinos podem até passar cocô de cachorro no cabelo da Dilma cantando "Decime que se siente" que nunca vai acontecer nada com eles.
    E com relação aos "casos concretos"... vc tá de brincadeira, né? O que não falta é colombiano, venezuelano, chileno e etc, sendo massacrados na argentina diariamente por causa da cor da pele. Todo mundo sabe disso, e a coisa, lamentavelmente, não vai mudar tão cedo. É só olhar no google.
    Vc parece um cara legal, se for argentino não é do tipo que eu detesto, pois demonstra educação, respeito e civilidade.
    Abrç

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    1. Eu estava respondendo ao outro, não a vc.
      Um abraço, tchau!

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  9. Caro "Figuraça",

    Não se estresse com essa página, pois apesar de se auto-intitular "apenas um blog latino-americano" (aqui seu nome, vale mais que o conteúdo do seu comentário), isonomia não acontece por aqui, mesmo que seu importantíssimo nome direcione a isso. Fiz questão de entrar aqui nesse blog, quando foi amplamente divulgado na mídia brasileira que um jornalista argentino chamou um jogador colombiano de "negro de merda" (parece que por lá isso é comum, os relatos na internet apontam que bolivianos, peruanos, etc sofrem muito com o preconceito por lá), mas para minha "surpresa", nenhuma nota aqui. Mas tinha certeza que o caso da gremista estaria. Nosso querido blogueiro, parece que nunca acessou os comentários do Clarín, Olé e demais períodicos argentinos quando os mesmo tratam de assuntos relacionados ao Brasil, jura de pé junto que a palavra "macaquito" não existe, que o preconceito é unilateral. Não achará nada nessa direção, porque objetivo do blog é unir brasileiros e argentinos, mesmo que para isso, seja necessário mostrar que a falta de educação e demais problemas latino-americanos são restritos a nós, brasileiros, pobres vira-latas com seus complexos, como diria Nelson Rodrigues...

    Michel Siqueira

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    1. Caro Michel - que eu também imaginei ser o Ricaro Pellegrini, mas até agora o senhor não nos xingou nem chamou de argentinos mortos de fome, hahaha -, comecemos pelas primeiras asseverações do senhor:

      Primeiro ponto: o senhor tem a seu dispor 1.000.000 sites brasileiros, e apenas 1 deles não estereotipa ou difama os argentinos livremente, e o senhor quer que façamos "O mesmo". Supostamente, você disse que foi "amplamente divulgado" que um narrador argentino chamou um jogador, colombiano, de "negro de merda". Ok. Se foi "amplamente divulgado" o narrador argentino contra o colombiano, por que razão você não tem a mínima noção de quem é Lourival Santos? Pesquise.

      Segundo ponto: "os relatos na internet apontam que bolivianos, peruanos, etc sofrem muito com o preconceito por lá". Essa sim é uma frase completamente cega para o mundo. Haitianos e bolivianos te mandam abraço. Se peruanos e bolivianos sofrem "preconceito por lá", só quero que você me diga se algum deles é colocado À VENDA EM RUAS DA CIDADE, OU SE ESTÃO EM REGIME DE TRABALHO ESCRAVO EM FÁBRICAS DE TECIDO! (pesquise, pesquise!). Quero saber, também, se peruanos estão sendo colocados em GALPÕES DE FEIRAS DE ANIMAIS nas cidades argentinas, ou se estão realizando o trabalho de três brasileiros e ganhando menos de um salário mínimo sem benefícios! (pesquise, pesquise).... Isso pra não citar o caso dos paraguaios.


      Terceiro ponto: "jura de pé junto que a palavra "macaquito" não existe, que o preconceito é unilateral." Sobre a famigerada palavra macaquito, quem relata são argentinos e brasileiros (!!!) que moram na argentina. nunca foi dito que não existem XINGAMENTOS, ou mesmo associação a "macaco", mas sim que o tal "macaquito" não é usado. Agora, sobre essa do "Jurar de pés juntos que o preconceito é unilateral", te desafio a apontar UMA SÓ VEZ, UMA, em que dissemos isso, em que dissemos que nenhum argentino tem preconceito com brasileiros ou que é racista. pelo contrário, sempre quisemos mostrar o OUTRO LADO, ou seja, exemplos positivos de argentinos -- coisa que, também, te desafio a mostrar a repercussão no Brasil, se é dado 1% do enfoque que casos negativos têm --, e também demonstrações de que os brasileiros NÂO DIFEREM EM NADA dos argentinos nos defeitos pertencentes à nação.

      Um exemplo pode ser dado claramente nessa postagem: Você e o figuraça SE ATIVERAM O TEMPO TODO a falar somente do caso da garota gremista, mas IGNORARAM PIAMENTE o caso citado no início, da moça negra de Minas Gerais. Vocês simplesmente fizeram de conta que não fazia parte do post!

      Finalizo citando uma frase dita por Fábio Koff, presidente do Grêmio FBPA esa semana: "se a punição ao clube servir para acabar com o racismo no Brasil, o Grêmio fica muito, muito feliz".

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    2. Caro blogueiro, alguns dos seus pontos são bastante esclarecedores! Realmente nesse blog não se estereotipiza – os argentinos. Mas sinto lhe informar que tenho a meu dispor 2.000.000 de sites brasileiros que fazem o mesmo com os tupiniquins, nesse sentido, seu blog não é exclusivo, porque não há nada que brasileiro goste mais que difamar seu país e seus conterrâneos. “Não é jabuticaba e só tem no Brasil, não presta”...

      O caso do Lourival Santos retrata bem o porquê que acessei seu blog pela primeira vez. Sempre que são noticiados ocorridos como esse, os argentinos e “pró-argentinos” (para você que adora nomes, não achei outro termo que se adequasse melhor) alegam que tem quer ter noção de quem disse, que o Lourival disse não representa o que o povo argentino pensa, que ele é um idiota, que se precisa “pesquisar mais”. Assim como os brasileiros não entendem o humor do Olé, as brincadeiras do CQC ou compreendem que o ShowMatch, programa mais visto na argentina, só tem a função de entreter. No entanto quando se trata de programas brasileiros como o Zorra é um absurdo, a própria versão brasileira do CQC é constantemente classificada como “Isso é jornalismo?”. Agora, imagine se fosse o Galvão Bueno que tivesse proferido tais palavras? Seja sincero, não teríamos um texto muito bem escrito aqui sobre o acontecido? Galvão não estaria incentivado a “rivalidade” ou até mesmo refletindo a opinião do povo brasileiro sobre os “hermanos”? A verdade, é que nos, seres humanos, só nos importamos com aquilo que somos atingidos, o que me leva a outro ditado popular brasileiro: “pimenta nos “olhos” dos outros é refresco”...

      O caso do trabalho escravo é o cerne do meu comentário anterior! Seus argumentos se baseiam na seguinte direção: “isso é feio? Não, isso aqui no Brasil é bem pior”. Como se o trabalho escravo fosse a prova viva de xenofobia no Brasil. Acesse as páginas dos principais portais brasileiros, a notícia de destaque do dia é o trabalho desumano que alguns brasileiros foram submetidos no sul da Bahia. Poderíamos considerar xenofobia contra brasileiros no Brasil? São os problemas sociais que enfrentamos, vide ao nosso processo de colonização, afinal a apenas 1/5 da história do país, temos trabalho livre. Assim sendo, infelizmente, é claro os estrangeiros tendem a sofrer com os mesmos problemas que encaramos no país. No entanto, o que me deixou apavorado, é que seu ponto de vista, defende que se a um sul-americano tem um trabalho adequado e salário digno, ela pode sofrer preconceito, já que eles têm que dar graças a Deus ter uma ocupação digna na Argentina.

      Em relação ao macaquito, te desafio acessar os comentários nos jornais argentinos sobre o Brasil, para você constatar se o termo é lenda ou não! Ao mostrar só um lado, seu blog se torna a outra metade da laranja podre, que você tanto critica. Em nenhum momento, defendi que você atacasse os argentinos, só que não precisa atacar o Brasil para defender a Argentina, a isonomia é nesse sentido. “Foquei” no caso da gremista só por questões de preguiça mesmo, simplesmente porque ambos tratam do mesmo assunto, né?

      Não sou o tal do Ricaro, como também nunca ofendi ninguém...

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