segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Duetos (101)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Off-Topic (18)
Brasil, décime que se siente / tener en casa tu papá!
Te juro, aunque pasen los años
Nunca nos vamos olvidar!
Que el Diego te gambeteó / y el Cani lo vacunó
Están llorando desde Italia hasta hoy!
A Messi lo van a ver
La Copa nos va a traer
Maradona és mas grande que Pelé!
"Chorando desde Itália até hoje"
![]() |
| José Carlos Villela Jr., então com 10 anos de idade, foi símbolo da tristeza que assolou o país naquela data. |
"Estão chorando até hoje". Sim: imprensa e torcida ainda falam da partida sem nenhum apuro dos lances e análise das qualidades individuais: fala-se tão somente da "água batizada". Fala-se que a vitória foi imerecida. Fala-se que todos os atletas foram "dopados". Fala-se que foi um roubo. Enfim...
Muito diferente das palavras do próprio jogador envolvido na situação, o lateral esquerdo Branco: "Já falei sobre isso... tomei a água e me senti muito tonto. Mas sempre reconheci, também, que a Argentina não nos eliminou por isso, e sim pela jogada genial de Maradona".
Na verdade, a seleção brasileira foi até mesmo beneficiada pela arbitragem: em chance clara de gol de Caniggia, um impedimento absolutamente inexistente foi marcado eno primeiro tempo, e a compilação abaixo mostra a total passividade do árbitro no que tange às faltas e cartões - o próprio Branco deveria ter sido expulso, após falta violenta acontecida nos acréscimos:
"Maradona é maior que Pelé"
A segunda estrofe da canção também foi muito criticada por brasileiros: "eles vêm aqui e dizem que Maradona é maior que Pelé! Como ousam?!".
Esse assunto já foi muito, muito debatido por aqui: 1) brasileiros acham inadmissível o comparativo com outro jogador -- Pelé seria um atleta absolutamente superior, muito melhor que tudo e todos -- e 2) conta-se que só e unicamente "os argentinos" acham Maradona tão bom assim.
Não vem ao caso rebater tais afirmações. Porém, vale lembrar que a resposta da torcida brasileira à canção argentina foi uma paródia de uma melodia polonesa, e conta com a seguinte letra: "Mil gols, mil gols, mil gols, mil gols... Só Pelé, só Pelé, Maradona cheirador!".
Uma comovente criatividade, e tom semelhante, certo?
Mas o estranho, mesmo, foi ver a torcida brasileira citando e exaltando Pelé. Nem na música popular, muito menos nos cânticos de estádios, o nome do rei do futebol é usado. Já Maradona, é presença constante tanto no cancioneiro argentino quanto nas músicas das "hinchadas".
De repente, a mesma nação que sempre menosprezou (e continua a fazê-lo) aquele que é seu maior ícone no esporte, o usa como escudo para enfrentar as "ofensas" argentinas.Sobre esse assunto, vale ler a excelente crônica de Bob Fernandes: "Brasil despreza e não merece Pelé".
Uma segunda canção criada por torcedores brazucas durante o torneio falava de Pelé. Um trecho: "Se você é argentino, então vai tomar no cu!".
"Eles já se foram há algum tempo. Levaram para casa seus cânticos provocativos." É assim que a reportagem do 'Bom dia, Brasil' (exibida em agosto) se referiu aos torcedores argentinos e à canção 'Décime que se siente'.
Entretanto, não se tratava de uma matéria feita para lembrar a maneira que os hermanos torceram por sua seleção durante a Copa do Mundo: a produção mostrou as mais variadas paródias feitas por torcidas organizadas dos times brasileiros.
Após serem reproduzidas as versões de corinthianos, flamenguistas, gremistas e muitos outros, a apresentadora do telejornal conclui: "finalmente aquela musiquinha irritante foi melhorada aqui pelas nossas torcidas".
Melhorada?!
Depois da exibição do programa global, outras torcidas criaram suas versões. A do São Paulo Futebol Clube, por exemplo, menciona uma suposta homossexualidade de atletas que joga(ra)m pelo Corinthians.
O jornal argentino Olé também falou da nova febre nacional, com a seguinte manchete: "Agora eles gostam". O diário grafou: "o hit argentino segue tocando, mas o que mais surpreende é que está sendo cantado pelos próprios brasileiros"
No fundo, talvez a canção argentina tenha incomodado tanto o povo brasileiro porque, diferentemente do que acontece por lá, aqui não existe a cultura de se torcer pela seleção.
domingo, 21 de setembro de 2014
Muito Além do Futebol... (97)
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Isso é Jornalismo? (42)
![]() |
| Capa da World Soccer, de Julho de 2013. |
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Isso é Jornalismo? (41)
Mas nesse caso nem é esse o problema.
Em tempo: A empresa referida também tem suas dívidas - e que dívidas! - com o fisco.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Raça X Nacionalidade (51)
Quando o presidente da Federação Internacional de Futebol diz que “não existe racismo no futebol”, é porque algo está errado, muito errado.
Depois de mais casos envolvendo ofensas entre atletas, Blatter usa o senso comum e afirma que “às vezes, no calor do momento, coisas erradas são ditas e feitas no campo de jogo”. Ainda complementou dizendo que “no final da partida, tudo está acabado e você tem o próximo jogo para se comportar melhor.”
Tal declaração gerou revolta em muitos atletas, como Rio Ferdinand, e setores da imprensa mundial.
Um dos principais ataques veio de alguém que muitos brasileiros consideram um preconceituoso: Diego Maradona. O ídolo argentino afirmou que “O racismo é inaceitável, e Sepp [Blatter] tem que agir imediatamente, porque os efeitos são muito ruins para o jogo e devem ser tratados o mais rapidamente possível”.
Curiosamente, há algumas semanas foi Maradona quem sofreu um ataque preconceituoso.
Na edição de novembro da Revista ALFA, a capa foi com Pelé. O jogador do século falou sobre sua vida fora dos campos. E, no final, sobrou para Dieguito.
A matéria diz: “Como não poderia deixar de ser, no final da entrevista o Rei ainda arranjou espaço para alfinetar Maradona. Mas dessa vez foi mais irreverente: contou uma história em que uma atriz (Vera Fischer?), que acabara de sair de uma clínica de reabilitação, encontrou-se com o jogador argentino no aeroporto. Ao vê-la, Maradona exclamou: "Minha heroína!", ao que ela respondeu: "Meu crack!". Entende?”
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Isso é Jornalismo? (36)
Sabe-se lá porquê, um mês depois, o "rei" resolveu responder, provocando Messi: num ataque de humildade, disse que ia mandar ao melhor jogador do mundo uma cópia de "Pelé Eterno' para Messi "saber quem é o melhor".
A frase do jogador, repete-se, foi sobre o julgamento do melhor de todos os tempos. Messi diz que "não fez falta" ter visto Pelé para concluir que Maradona foi melhor. Certo ou errado, é opinião.
Eis o video (no site da Globo, não se sabe porquê, não está mais disponível - mais curioso ainda: é a única matéria de 18/10 que não tem video!)
Que espécie de histeria coletiva é essa?
Messi jamais se comparou a Pelé, ou disse ser melhor que ele. Apenas prefere Maradona. É crime?
Tudo isso sem contar a infame capa da Placar (especializada em futebol), chamando Robinho (!) de "novo Pelé".
sábado, 23 de abril de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Isso é Jornalismo? (27)
Pensando que podia ver alguma ofensa ao ídolo brasileiro, clicamos no link.
Tratava-se de uma referência a uma matéria do "Olé", que dizia: 'Em terra de Pelé, como um 10 argentino pode ser o melhor jogador do futebol brasileiro?'
Estamos até agora tentando entender onde está a "ironia a Pelé". E a resposta é: isso chama-se mania de perseguição. Ou "procurar pêlo em ovo".
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Isso é Jornalismo? (26)
As tais diferenças serão aqui analisadas em blocos.
Difícil defender que Pelé tenha sido inferior a qualquer um deles.
Em seguida, a matéria fala dos títulos pela seleção que ambos conquistaram quando jovens: Pelé foi campeão mundial aos 17 anos, enquanto que Maradona foi deixado de fora da copa de 1978: isso é tratado como um fracasso individual de Diego, esquecendo-se da pressão/preferência popular da época (Maradona participou de amistosos já em 1976 e vinha sendo aclamado) e que as decisões desse tipo são sempre pessoais (foi César Menotti que não quis levá-lo, em situação parecida à do citado Ronaldo na Copa de 1994, preterido por Parreira em lugar de Viola!).
Pelé nunca aproximou-se da artilharia em nenhum de seus 4 mundiais disputados: em sua maior performance, 1970, fez 4 gols contra 10 de Gerd Müller.
Pelé ficou conhecido dentro dos gramados não apenas por saber revidar, mas por ser, ele mesmo, um dos autores de atos violentos: o grande jogador português, Eusébio, declarou que "para levar vantagem, Pelé era muito violento às vezes". O craque lembrou ainda de um duelo, em 1964, em que Pelé chegou a agredir os atletas até mesmo no rosto.
Para finalizar, sempre que se fala em Pelé e "violência nos gramados", só se lembra das agressões sofridas por ele no jogo Brasil X Portugal, na Copa de 1966; para Diego Maradona, não há qualquer vontade de lembrar dois "recordes" dele em Copas: foi o jogador que mais faltas sofreu numa mesma partida (23 - !!! -, no duelo Argentina X Itália, em 1982) e numa mesma edição (1990, 50 faltas recebidas no total) do torneio.
5) Fora dos gramados
![]() |
| O "cabelo milagroso", altar de Maradona na Itália |
E que tal um cidadão que recebe, da Universidade de Oxford, o título de "Mestre Inspirador de Sonhos"?
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Muito Além do Futebol... (38)
E o questionamento que fica: qual a imagem (ou 'exemplo', como diz Pelé) as crianças do hospital russo terão de Maradona?...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Propagandas (32)
Para o 'último gol da carreira de Pelé', o adversário não podia ser outro. E reparem no excesso de associação dos termos "violência" e "argentinos". Aos 2min40seg temos o melhor exemplo.
Chama a atenção um dos comentários do video no YouTube:
2 semanas atrás
sábado, 24 de julho de 2010
Duetos (24)
Notícia recente, publicada essa semana no Estado de S. Paulo.//
Os argentinos possuem uma relação de intensa admiração por Vinícius de Moraes - mais do que um visitante, o poeta é considerado um "portenho honorário". Não por acaso "Nuestro Vinicius" foi o título escolhido pela especialista em literatura Liana Wenner para relatar a presença do poeta em terras portenhas. "Cresci ouvindo na casa de meus pais um velho long play do show de La Fusa. Achava fascinante a forma de expressar a alegria e a liberdade dos brasileiros", explica Liana. O livro, da editora Sudamericana, será lançado amanhã.
"Vinicius veio em agosto de 1968 para ser a ponta de lança de uma intensa campanha dos exportadores brasileiros de café, que queriam divulgar o produto na Argentina contra seus principais concorrentes, os colombianos, que também faziam uma agressiva divulgação. A delegação brasileira era um luxo", diz Liana Wenner, relembrando os demais integrantes do grupo: "Dorival Caymmi, o Quarteto em Cy, Baden Powell e Oscar Castro Neves".
A primeira apresentação, no dia 18, começou às oito e meia da noite. Duas horas depois, o show havia terminado, mas o público não queria sair. Do lado de fora, na avenida Corrientes, mais de 3 mil pessoas pretendiam entrar para o segundo show.
No meio dessa "noite mágica", como define Liana no livro, Pelé, que participava de um amistoso contra o River Plate, apareceu na porta. Minutos depois, estava em cima do palco. O público aplaudia freneticamente. Segundo a autora, "Baden começou a improvisar uma batida de samba ao estilo Pixinguinha. Vinicius aproximou-se para abraçar o jogador. Pelé começou a chorar como um garoto."
terça-feira, 11 de maio de 2010
Duetos (19)

quarta-feira, 7 de abril de 2010
Isso é Jornalismo? (19)
A Rede Globo age da seguinte maneira: defende os próprios interesses acima de qualquer suspeita. Assim, qualquer movimento contrário a estes deve ser totalmente ignorado. Se não for possível, é necessário ridicularizar até o último instante essa opinião "contrária".
quarta-feira, 3 de março de 2010
Propagandas (18)
Dessa vez, não iremos colocar um comercial, outdoor ou campanha publicitária, mas sim uma análise destas, feita por ninguém menos que Washington Olivetto, o maior nome da publicidade brasileira em todos os tempos.
Pelo contrário. Acho Buenos Aires uma linda cidade, considero o Hotel Alvear um dos melhores do mundo, gosto do bife de chorizo, dos vinhos Catena Zapata, das canções de Aníbal Troilo, Astor Piazzolla e Fito Paez, do humor do Les Luthiers e do futebol de Maradona, Verón, Mascherano, Messi e Tevez.
Só não torço para a Argentina quando ela joga contra o Brasil, mas, quando os hermanos jogam melhor e vencem, reconheço a sua superioridade e nem fico muito chateado.
No entanto, neste momento, apesar de minha admiração pela Argentina e pelos argentinos, discordo frontalmente de alguns colegas, publicitários brasileiros, que acham que a publicidade argentina anda melhor que a publicidade brasileira. Isso ainda não é verdade.
A publicidade argentina foi, sim, melhor que a brasileira nos anos 50 e 60 do século passado.
Mas, a partir de 1960, a geração profissional anterior à minha solidificou o negócio da publicidade no Brasil e criou condições para que, a partir dos anos 70, a nossa geração não só superasse os argentinos, como também colocasse a publicidade brasileira entre as melhores do mundo.
Para isso contamos, inclusive, com a colaboração de alguns magníficos profissionais argentinos que perceberam o que estava acontecendo e vieram para cá.
Casos, por exemplo, dos brilhantes diretores de arte Armando Mihanovich e Aníbal Gustavino e do excepcional diretor de comerciais Andrés Bukowinski.
Na verdade, o que acontece nos dias de hoje é que a publicidade mundial vive uma enorme crise criativa e de identidade, e a publicidade brasileira vive, além dessas duas, uma lamentável crise de auto-estima.
Coisa que pode ser entendida se misturarmos um retrospecto do passado com dados do presente e especulações sobre o futuro.
O "Garoto Bombril": criação do publicitário argentino Andrés Bukowinski
A publicidade no Brasil começou nos anos 40 e 50 através das agências norte-americanas. A Thompson e a McCann foram as pioneiras.
Nos anos 60, a publicidade brasileira foi tremendamente influenciada pela geração Doyle/Dane/Bernbach. Implantou as duplas de criação, formadas por redator e diretor de arte. E recebeu também algumas influências da boa publicidade inglesa.
Essas influências, somadas a elementos da nossa cultura popular, criaram um jeito brasileiro de fazer publicidade.
O Brasil é um país atípico. Oficialmente, está localizado na América do Sul, mas, na realidade, é um continente separado.
Fala uma língua diferente da dos outros sul-americanos, o português do Brasil, e tem diferentes costumes.
Nós, brasileiros, se recuperarmos a nossa identidade (a melhor maneira de ser absolutamente internacional é ser totalmente local), recuperaremos a nossa auto-estima.
Assim como os nossos hermanos argentinos vão crescer e muito, principalmente quando perceberem que precisam transformar seu bom trabalho em bom negócio. Para agências e anunciantes.
Torço para que isso aconteça e não vejo motivos para pensar diferente.
Nossas identidades (de brasileiros e argentinos), se, de um lado, se contrastam, de outro, se completam. E nossas opiniões sobre nós mesmos às vezes até se parecem.
Tenho o exemplo vivo disso dentro da minha casa, em duas camisetas que estão enquadradas e penduradas com o maior carinho nas paredes do meu escritório.
Uma da seleção brasileira, que ganhei do Pelé no final dos anos 70, com a dedicatória "Para o 10 da publicidade, do 10 do futebol". E a outra da seleção argentina, que ganhei do Maradona em 1996, com a dedicatória "Para el diez de la publicidad, del diez del fútbol".
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Isso é Jornalismo? (10)
Partida: Brasil X Espanha
Cena 2
Cena 3
Copa: 2002 (quinto título brasileiro)
(de todas as "cenas" mostradas acima, apenas Rivaldo foi punido posteriormente, com multa imposta pela FIFA)
Novamente, frisamos que a intenção não é dizer que este ou aquele foi "menos pior". Isso não existe. Todos foram infratores, e se beneficiaram de métodos ilegais. O problema está no enfoque e na dimensão que se deu/dá a cada um dos casos: enquanto os lances de Nilton Santos, Pelé e Rivaldo são lembrados sempre de um modo positivo, celebrando o "jeitinho brasileiro", o gol de Maradona é reprisado em TODOS os programas esportivos para fazer referência a "erros de arbitragem" ou a jogadores que infringiram regras.
![]() |
| Hipocrisia mode "ON" |
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Isso é Jornalismo? (5)
Pelé, mais uma vez, polemizou com Maradona, minorizando o talento de Diego.
Isso, na verdade, é algo normal de ambas as partes. Não é nenhuma novidade. Mas o que mais me chamou atenção foi a seguinte frase do "rei": "As pessoas discutem Pelé-Maradona. Di Stéfano é para mim o melhor".
Quando Pelé usou o artigo (definido) "o", ele está especificando a sentença e, dessa maneira, entende-se que não há um outro que fosse melhor que o jogador, e isso não se limita à comparação com Maradona. Se Edson tivesse, por exemplo, utilizado o termo "Di Stefano foi melhor", sem o "o", poderíamos entender perfeitamente que ele apenas comparou Alfredo com Diego, afirmando que aquele é melhor do que este.
Mas acontece que nas principais matérias do Brasil, tanto nos grandes veículos (Folha de S.Paulo e o site GloboEsporte.com) como nos menores (Lance! e Jornal do Comérico, por exemplo) a frase citada é a mesma, porém nas respectivas descrições as matérias afirmam que Pelé apenas comparou os dois jogadores. Alguns, inclusive, enfatizam termos como “Pelé disse que Di Stefano foi melhor que Maradona”.
Para matar a curiosidade/dúvida, nós do blog fomos ao Google, pesquisamos por "Pelé Maradona Di Stefano", e encontramos a resposta.
Nos portais internacionais, como o "Google News" e o "MSN", nos sites portugueses "Record" e "O Golo", no espanhol "Marca" e, PRINCIPALMENTE, no site da "FIFA" (!), a ênfase é "Pelé diz que Di Stefano foi o melhor jogador da história".
É importante frisar que todos esses sites acrescentam o termo "sempre" à frase de Pelé. Não custa lembrar, claro, que Di Stefano é argentino.
Pelé: "Alfredo Di Stéfano foi o melhor da história" (MSN)
Pelé: "Di Stéfano é, para mim, o melhor de sempre" (O Golo)
'Di Stéfano é o melhor', afirma Pelé (Google News)
Pelé: «Di Stéfano é o melhor de sempre» (Record)
"Pele (...) feels another Argentine-born player (...) is the best player ever". (FIFA)
"(...)a su [Pele] juicio, el mejor futbolista de la historia es Alfredo Di Stéfano" (Marca)










Porque tem que ser contra a Argentina? Às vezes eu acho que nós precisamos mais da rivalidade com a Argentina do que os hermanos. A Itália enfrentou o Brasil muito mais vezes em copas do mundo incluindo 2 finais, sem falar que o estilo italiano é muito diferente fazendo com que BrasilxItália seja muito mais diferenciado.