terça-feira, 14 de julho de 2015
Duetos (100)
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Duetos (94)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Off-Topic (18)
Brasil, décime que se siente / tener en casa tu papá!
Te juro, aunque pasen los años
Nunca nos vamos olvidar!
Que el Diego te gambeteó / y el Cani lo vacunó
Están llorando desde Italia hasta hoy!
A Messi lo van a ver
La Copa nos va a traer
Maradona és mas grande que Pelé!
"Chorando desde Itália até hoje"
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| José Carlos Villela Jr., então com 10 anos de idade, foi símbolo da tristeza que assolou o país naquela data. |
"Estão chorando até hoje". Sim: imprensa e torcida ainda falam da partida sem nenhum apuro dos lances e análise das qualidades individuais: fala-se tão somente da "água batizada". Fala-se que a vitória foi imerecida. Fala-se que todos os atletas foram "dopados". Fala-se que foi um roubo. Enfim...
Muito diferente das palavras do próprio jogador envolvido na situação, o lateral esquerdo Branco: "Já falei sobre isso... tomei a água e me senti muito tonto. Mas sempre reconheci, também, que a Argentina não nos eliminou por isso, e sim pela jogada genial de Maradona".
Na verdade, a seleção brasileira foi até mesmo beneficiada pela arbitragem: em chance clara de gol de Caniggia, um impedimento absolutamente inexistente foi marcado eno primeiro tempo, e a compilação abaixo mostra a total passividade do árbitro no que tange às faltas e cartões - o próprio Branco deveria ter sido expulso, após falta violenta acontecida nos acréscimos:
"Maradona é maior que Pelé"
A segunda estrofe da canção também foi muito criticada por brasileiros: "eles vêm aqui e dizem que Maradona é maior que Pelé! Como ousam?!".
Esse assunto já foi muito, muito debatido por aqui: 1) brasileiros acham inadmissível o comparativo com outro jogador -- Pelé seria um atleta absolutamente superior, muito melhor que tudo e todos -- e 2) conta-se que só e unicamente "os argentinos" acham Maradona tão bom assim.
Não vem ao caso rebater tais afirmações. Porém, vale lembrar que a resposta da torcida brasileira à canção argentina foi uma paródia de uma melodia polonesa, e conta com a seguinte letra: "Mil gols, mil gols, mil gols, mil gols... Só Pelé, só Pelé, Maradona cheirador!".
Uma comovente criatividade, e tom semelhante, certo?
Mas o estranho, mesmo, foi ver a torcida brasileira citando e exaltando Pelé. Nem na música popular, muito menos nos cânticos de estádios, o nome do rei do futebol é usado. Já Maradona, é presença constante tanto no cancioneiro argentino quanto nas músicas das "hinchadas".
De repente, a mesma nação que sempre menosprezou (e continua a fazê-lo) aquele que é seu maior ícone no esporte, o usa como escudo para enfrentar as "ofensas" argentinas.Sobre esse assunto, vale ler a excelente crônica de Bob Fernandes: "Brasil despreza e não merece Pelé".
Uma segunda canção criada por torcedores brazucas durante o torneio falava de Pelé. Um trecho: "Se você é argentino, então vai tomar no cu!".
"Eles já se foram há algum tempo. Levaram para casa seus cânticos provocativos." É assim que a reportagem do 'Bom dia, Brasil' (exibida em agosto) se referiu aos torcedores argentinos e à canção 'Décime que se siente'.
Entretanto, não se tratava de uma matéria feita para lembrar a maneira que os hermanos torceram por sua seleção durante a Copa do Mundo: a produção mostrou as mais variadas paródias feitas por torcidas organizadas dos times brasileiros.
Após serem reproduzidas as versões de corinthianos, flamenguistas, gremistas e muitos outros, a apresentadora do telejornal conclui: "finalmente aquela musiquinha irritante foi melhorada aqui pelas nossas torcidas".
Melhorada?!
Depois da exibição do programa global, outras torcidas criaram suas versões. A do São Paulo Futebol Clube, por exemplo, menciona uma suposta homossexualidade de atletas que joga(ra)m pelo Corinthians.
O jornal argentino Olé também falou da nova febre nacional, com a seguinte manchete: "Agora eles gostam". O diário grafou: "o hit argentino segue tocando, mas o que mais surpreende é que está sendo cantado pelos próprios brasileiros"
No fundo, talvez a canção argentina tenha incomodado tanto o povo brasileiro porque, diferentemente do que acontece por lá, aqui não existe a cultura de se torcer pela seleção.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Isso é Jornalismo! (54)
Una argentina en Río: la fantasía de vivir en el país del “tudo bem”
Desinhibidos. Muchos argentinos sienten que en Brasil existe un ambiente donde el afecto surge a flor de piel, las apariencias importan menos, la gente se arriesga a lo espontáneo y la música es diálogo. Qué hay de cierto y qué de mito en estas sensaciones.
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| Soledad Domínguez mora no Rio de Janeiro, atualmente |
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| Soledad ao lado da irmã, em Florianópolis, no início dos anos 90. |
domingo, 12 de janeiro de 2014
Muito Além do Futebol... (78)
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| Música argentina nem f..., sacou?! |
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Isso é Jornalismo! (52)
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Duetos (64)
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Duetos (63)
domingo, 4 de agosto de 2013
Duetos (59)
#SóloJuntos
segunda-feira, 19 de março de 2012
Duetos (45)
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Moacir, o brasileiro argentinizado
Brasileiro morando na Argentina faz quase 30 anos, meio louco e meio gênio musical. Este é o Moacir, personagem principal desse documentário fantástico que está em cartaz nos cinemas de Buenos Aires.
O diretor Tomás Lipgot conheceu a figuraça do Moacir no seu documentário anterior, Fortalezas, que falava sobre o sistema de manicômios da Argentina. O brasileiro, ao contrário dos outros pacientes retratados, era alegre, brincalhão e ainda nutria alguma esperança pela vida. Dizia que tinha composto algumas músicas faz muito tempo e que queria muito gravá-las.
Passou o tempo e acabou que o Moacir recebeu alta , começou a ganhar uma pensãozinha do governo e se mudou para uma pensãozinha do bairro de Constitución. Foi aí que o diretor voltou a encontrar o brasileiro e fez um trato. Gravava as suas músicas esquecidas e em troca filmava todo o processo.
Feito o acordo, o resultado é esse documentário. A história de um gênio e louco gravando seu disco, brigando com o produtor, tentando se adaptar ao mundo atual e falando um portunhol bisonho. Recomendadíssimo!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Duetos (44)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Raça X Nacionalidade (53)
Abaixo, o texto do CEN:
domingo, 30 de outubro de 2011
Duetos (41)
domingo, 10 de julho de 2011
Duetos (35)
Garimpando, encontramos a seguinte entrevista com a banda, dada ao "Portal do Rock" em 2000, demonstrando o respeito e a admiração que eles têm por público e músicos brasileiros.
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Portal do Rock: O que o Attaque pensa do Rock Brasileiro, quais as bandas preferidas?
A77aque: Acredito que o Rock brasileiro tem sua levada própria, com muitas bandas boas, sendo que a que mais gosto é a Legião Urbana, que para mim é um clássico do Rock latino americano. Falando especificamente de bandas punks, ouvimos muito as bandas Cólera, Olho Seco e Garotos Podres.
Portal do Rock: Por que o Video Clip "NO ME ARREPIENTO DE ESTE AMOR", que foi um sucesso em vários locais de America Latina não teve entrada no Brasil? Não se vê este vídeo clip nunca na MTV brasileira. Como é o relacionamento do Attaque com a mídia Brasileira?
A77aque: Este clip foi mesmo um sucesso em vários países da América Latina. Ocorre que para se fazer um bom trabalho de divulgação no Brasil precisa-se ter alguém trabalhando integralmente no Brasil, promovendo a banda, fazendo os contatos, falando com as pessoas. Não se pode esperar que basta apenas enviar uma cópia do clip à MTV e o clip irá ao ar. Por outro lado, acredito que a MTV brasileira tem sua própria identidade e interesses bem definidos. Existe uma característica e um padrão que marcam a MTV brasileira e talvez bandas como o Attaque não estejam abrangidas neste quadro. Mas acreditamos que o Attaque ainda tem muito que trabalhar no Brasil. Fizemos alguns shows aqui que foram muito bons. Mas estamos vindo de uma turnê muito cansativa e desgastante. São 45 dias de turnê pelo mundo, com shows dia sim, dia não. Queremos voltar ao Brasil com mais tempo e fazer shows em várias cidades brasileiras. Queremos tocar em todos os lugares do Brasil. Temos certeza que podemos dar muito mais do que demos nos shows que fizemos aqui.
A77aque: Gostaria de agradecer ao Portal do Rock por esta oportunidade. Esta foi a principal entrevista que demos no Brasil. Sei que esta parceria ainda vai crescer muito.
domingo, 6 de março de 2011
Isso é Jornalismo! (32)
A afinidade entre as músicas brasileira e argentina é antiga. Quem não lembra de Mercedes Sosa combinando sons com a rapaziada do Clube da Esquina? Ou da parceria entre Herbert Vianna e Fito Paez? Bem, há mais uma dupla na mesma seara, formada pelo saxofonista, flautista e compositor brasileiro Mário Sève e pela cantora e compositora argentina Cecilia Stanzione.
Os dois se apresentam na Sala Baden Powell, em Copacabana, no próximo dia 25. No roteiro, sambas, milongas, boleros e zambas de própria autoria, como “Piedra o barrilete”, “Rueda gigante” e “Canción necesaria”, gravada originalmente por Carol Saboya. O público também vai conhecer uma versão de Cecilia, em castelhano e ainda inédita, para “Filosofia”, clássico de Noel Rosa.
“Cecilia é uma grande poetisa e dona de uma das vozes mais lindas que já ouvi… Uma cantora intensa como fazia tempo não escutava”, derrete-se o parceiro, músico da banda de Paulinho de Viola e integrante do quinteto Aquarela Carioca e do conjunto de choro Nó em Pingo D´Água. Trocamos uma ideia com Cecilia Stanzione para saber o que pensa sobre viver e trabalhar em terras (e praias) cariocas. E é bom avisar: o primeiro disco da dupla já está a caminho!
CAIXINHA DE MÚSICA – Há quanto tempo você está morando no Rio de Janeiro? Qual bairro escolheu para viver? O que mais gosta da cidade?
CECILIA STANZIONE – Estou morando no Rio há um ano e meio. Escolhi Ipanema porque queria ficar perto da praia. Gosto de muitas coisas desta cidade. A simpatia e solidaridade do povo brasileiro me fazem muito feliz e é o que eu quero para a vida da minha filha Maia, que vai fazer 7 anos em abril.
CAIXINHA – O que acha que as músicas brasileira e argentina têm em comum? Que músicos nossos você imagina que agradariam os seus compatriotas?
CECILIA – A duas músicas têm, realmente, muito a ver. O choro, embora não seja muito conhecido lá, está bem proximo do tango nas melodias e no fraseado. Os músicos brasileiros são referências para quem vive de música na Argentina e no resto do mundo. Acredito que existem vários músicos daqui que deveriam ser mais conhecidos no meu país, como o Paulinho da Viola. Quem gosta de samba – e quem não gosta? – tem de ouvi-lo!
CAIXINHA – Conta um pouco sobre o trabalho que você está criando com Mário Sève, um de nossos brilhantes instrumentistas.
CECILIA - O trabalho com o Mário comecou por essas coisas da vida e da realidade virtual que estamos vivendo. A gente fez muitas músicas juntos antes do encontro ao vivo. Tudo através da Internet. Isso deu como resultado um disco que eu adoro porque acho muito inspirado, com letras minhas e músicas dele. É um disco de canções. Dessas canções fáceis de ouvir, que batem antes no coração. A música do Mário é muito rica, mas também tem esse jeito clássico e não pretencioso que acho fundamental.
CAIXINHA – Como vocês combinam as canções dos dois países no roteiro? Qual é o critério: sonoridade, mensagem, intuição?
CECILIA – O roteiro vai misturando músicas de ambos os países, dando prioridade às semelhanças. Minhas letras em espanhol, feitas especialmente para as bossas, os sambas e os tangos do Mário, que é carioca, fazem acreditar na música como uma linguagem universal mesmo. A sonoridade é simples: bem acústica, com o violão argentino do Rene Rossano e piano e acordeão do Gabriel Gestzi. Mario toca sopros e eu canto e toco alguns instrumentos de percussão.
CAIXINHA – Você é muito conhecida na Argentina. Como está sendo, de certa forma, recomeçar em outro país?
CECILIA – É duro, mas gosto de desafios e os procuro constantemente. Claro que tería sido mais fácil, num certo sentido, ficar lá, trabalhando na TV e nos teatros e fazendo gravações na minha língua natal.Mas quando comecei a viajar pelo Brasil, senti que deveria passar um tempo aqui, cumprir uma etapa. E acredite que não me arrependo.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Isso é Jornalismo! (27)
sábado, 24 de julho de 2010
Duetos (24)
Notícia recente, publicada essa semana no Estado de S. Paulo.//
Os argentinos possuem uma relação de intensa admiração por Vinícius de Moraes - mais do que um visitante, o poeta é considerado um "portenho honorário". Não por acaso "Nuestro Vinicius" foi o título escolhido pela especialista em literatura Liana Wenner para relatar a presença do poeta em terras portenhas. "Cresci ouvindo na casa de meus pais um velho long play do show de La Fusa. Achava fascinante a forma de expressar a alegria e a liberdade dos brasileiros", explica Liana. O livro, da editora Sudamericana, será lançado amanhã.
"Vinicius veio em agosto de 1968 para ser a ponta de lança de uma intensa campanha dos exportadores brasileiros de café, que queriam divulgar o produto na Argentina contra seus principais concorrentes, os colombianos, que também faziam uma agressiva divulgação. A delegação brasileira era um luxo", diz Liana Wenner, relembrando os demais integrantes do grupo: "Dorival Caymmi, o Quarteto em Cy, Baden Powell e Oscar Castro Neves".
A primeira apresentação, no dia 18, começou às oito e meia da noite. Duas horas depois, o show havia terminado, mas o público não queria sair. Do lado de fora, na avenida Corrientes, mais de 3 mil pessoas pretendiam entrar para o segundo show.
No meio dessa "noite mágica", como define Liana no livro, Pelé, que participava de um amistoso contra o River Plate, apareceu na porta. Minutos depois, estava em cima do palco. O público aplaudia freneticamente. Segundo a autora, "Baden começou a improvisar uma batida de samba ao estilo Pixinguinha. Vinicius aproximou-se para abraçar o jogador. Pelé começou a chorar como um garoto."
terça-feira, 25 de maio de 2010
Duetos (20)
Esse vídeo faz parte de uma série de homenagens feitas às "Mães da Praça de Maio", famosas no mundo todo por sua luta. São mulheres que perderam seu filhos (oficialmente mortos ou desaparecidos) durante o período de 1976 a 1983, a ditadura argentina.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Isso é Jornalismo! (20)
Às vezes a Rede Globo de Televisão acerta, e não há porquê não mencionarmos isso. Um exemplo muito positivo por parte da emissora aconteceu na última sexta-feira, durante o Jornal Hoje.







