quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Duetos (103)
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Muito Além do Futebol... (93)
Ontem foi ao ar a cobertura do amistoso Brasil X Argentina (jogo preparatório para o mundial de basquete) que rolou no último fim-de-semana, no Rio de Janeiro.
Destaque para as breves entrevistas com o grande Rúben Magnano (a partir dos 2min49) - quem sempre rechaçou essa rivalidade e nunca comprou discursos baratos como os de Andreolli - e às perguntas feitas a Facundo Campazo, falando de política, economia, futebol... menos do jogo de basquete.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Duetos (81)
![]() |
| o argentino Nicolás Lapravittola |
![]() |
| a família de Lapravittola veio prestigiá-lo |
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Duetos (65)
A primeira, ele não conseguiu por inteiro, mas tem contribuído para uma melhora significativa: o Brasil não disputava uma Olimpíada dese Atlanta-1996: em Londres, retornou; conseguiu alguns títulos, também. Já o outro, ainda há dúvidas.
Neste link, a entrevista de Magnano ao UOL. Um trecho que destacamos:
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Muito Além do Futebol... (71)
As palavras de Maradona mostram que o grande jogador de basquete, no mínimo, não está totalmente certo.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Duetos (50)
Spliter é também amigo de outros argentinos da NBA.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Muito Além do Futebol... (55)
Os tuiteiros argentinos, obviamente, não gostaram muito da manifestação e responderam das mais diversas maneiras: respondendo com palavrões, rebatendo a soberba brasileira por uma única vitória e citando algumas diferenças gramaticais entre os dois idiomas.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Isso é Jornalismo! (39)
Torcida argentina dá trégua a brasileiros no Pré-Olímpico de basquete
Não é por pressão da torcida argentina que a seleção brasileira não faz suas melhores apresentações no Pré-Olímpico, que dá duas vagas para a Olimpíada de Londres.
Os torcedores que compareceram às quatro primeiras apresentações do Brasil --que estrearia ontem na segunda fase, contra o Uruguai, após o fechamento desta edição-- no ginásio Islas Malvinas, em Mar del Plata, mais aplaudiram do que vaiaram seus maiores rivais no continente.
Pelo menos até a seleção não enfrentar a Argentina. As equipes duelam nesta quarta.
"Estamos sendo muito bem tratados pelos argentinos", admitiu o armador Marcelinho Huertas, capitão da seleção brasileira, recém--contratado pelo Barcelona.
Ele é um dos jogadores mais aplaudidos pelo público quando tem seu nome anunciado no sistema de som antes dos jogos, assim como o ala-pivô Guilherme Giovannoni e o pivô Tiago Splitter.
"Aplaudimos os grandes jogadores, independentemente do país", disse o estudante Marcelo Martínez, 20. "O que não significa que torcemos por eles", justificou.
A presença do técnico argentino Rubén Magnano no time brasileiro contribuiu para uma recepção mais amistosa do público local. Não há uma só vez em que ele não seja ovacionado pelo público quando é anunciado.
Antes do duelo contra a República Dominicana, na última sexta-feira, Magnano foi aplaudido de pé por cerca de 6.000 torcedores por dois minutos. No dia seguinte, admitiu ter ficado a "um milímetro de desabar em lágrimas".
"O Brasil ganhou pontos com os argentinos por causa de Rubén", explicou Juan Manuel Gimenez, 31, motorista.
Tamanha admiração se deve fato de Magnano ter comandado a seleção argentina que conquistou o vice-campeonato mundial, em 2002, nos EUA, e o inédito ouro olímpico em Atenas-2004.
A cordialidade também pode ser creditada ao preço dos ingressos. Os mais baratos custam cerca de R$ 75, preço considerado alto para o público local, principalmente os fanáticos pela modalidade.
Mar del Plata é a cidade do Peñarol e do Quilmes, conhecidos por ter os torcedores mais violentos do basquete argentino. Mas, nos jogos de suas equipes, a entrada não custa mais que R$ 30.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Duetos (36)
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Duetos (11)
Rúben Magnano é o novo técnico da seleção brasileira de basquete. O treinador, argentino, foi campeão olímpico com a seleção de seu país em 2004, e busca repetir o sucesso com a amarelinha.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Muito Além do Futebol... (10)
É só você assistir um pouco de TV ou ler algum jornal que, se houver alguma referência a argentinos, esta será pejorativa. De alguma maneira será pejorativa. É algo tão claro e tão comum, que muitas vezes as pessoas nem percebem (paradoxo?).
Pois bem, veio a partida e Del Potro venceu. De maneira épica. Reconhecida por todos e pelo próprio Federer, por muitos considerado o melhor tenista de todos os tempos.
No dia seguinte, no mesmo Redação SporTv, algum leitor escreve ao programa dizendo que "apesar de Del Potro ser argentino, há de se admitir que jogou bem". O mesmo apresentador mencionado anteriormente diz que "sabe que os argentinos são bons e em vários esportes" mas que gosta de "apimentar a rivalidade".
Na Rede Globo, a tônica, em todas as matérias, foi a de "se no futebol eles estão mau, o tênis serve como consolo" e "na falta de Messi e Maradona, a Argentina busca novos ídolos". Esse tipo de menção levou hoje o jornal "Olé" a mandar um recado à imprensa brasileira.
Na matéria intitulada "O mundo fala dele" (El mundo habla de él), o diário argentino citou vários lugares do planeta onde houve repercussão da vitória de Del Potro: "começando por Tandil -terra do campeão-, passando por Estados Unidos -onde conquistou o título-, Suíça -onde perderam-, Espanha -terra de Nadal- e Brasil. Neste último, não se esquecem do futebol, mas agora é o momento da raquete. É a era de Delpo".
Lendo até o final, o jornal reproduz uma citação de "O Globo": "Quando a equipe de futebol está decepcionando, há que se procurar outras estrelas do esporte", diz a publicação carioca. O Olé conclui dizendo: "Não perdoam uma. Mas a inveja é evidente. Delpo é argentino". Perfeito. E não sabemos se é somente inveja que explica esse tipo de desprezo.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Muito Além do Futebol... (9)
Até o início dos anos 80, o futebol deixou de encantar o povo brasileiro, com decepções nas copas de 1974 e 1978, e Fittipaldi, embora tenha sido campeão em 72 e 74, embarcaria no sonho de uma equipe brazuca de Fórmula 1 e jamais conseguiu um grande resultado na categoria. Aliado a tudo isso, a verdade sobre mortes e escândalos passava a surgir e o "milagre econômico" da ditadura dava mostras de sua ineficiência. Em 1979, pelo menos, a Anistia acontecia...
Os escândalos de corrupção e inflação no governo Sarney começam a aparecer e novamente a seleção de futebol é eliminada, mas cada vez mais a Fórmula 1 traz alegrias: Senna vence o GP de Detroit no dia SEGUINTE à derrota brasileira para a França em 86, Piquet é campeão do mundo em 1987, e Senna leva o título em 1988, 90 e 91 - ano em que obteve sua primeira vitória no GP do Brasil - com Piquet obtendo importantes vitórias no início da década.
Mas justamente pelo fato de requerer muitos investimentos financeiros, o tênis não conseguiu atingir o mesmo sucesso do automobilismo. Apesar disso, a ideia de "somos os melhores do mundo no futebol e no tênis" acontecia. Depois veio um surto de vitórias na ginástica e consequentemente "somos os melhores do mundo no futebol e na ginástica".
E foi ao longo de todo esse contexto no momento três - desde meados dos anos 90 - que se acentuou de modo drástico a necessidade de ter um rival "de sempre", alguém que pudesse alegrar o Brasil apesar de suas derrotas: a Argentina. Tornou-se tão importante quanto torcer pela vitória brasileira o "torcer contra" a Argentina.
Na copa de 2006, por exemplo, a Argentina foi eliminada na sexta-feira, e o Brasil no sábado. E o que mais se ouvia era: "o que importa é que a Argentina caiu antes".

